As constantes instabilidades no sinal de telefonia e internet da operadora Vivo em Carmópolis de Minas voltaram a ser alvo de manifestação na Câmara Municipal. Na sessão ordinária do dia 15 de junho de 2026, o vereador João Vitor Leite Rabelo, líder da bancada do NOVO, cobrou do Poder Executivo um posicionamento frente à operadora, para que a empresa faça investimentos no município e o problema seja sanado.
Conforme o relato de João Vitor, a semana anterior havia sido a mais caótica em relação à instabilidade do sinal da Vivo, utilizado por grande parte da população. “Quando o sinal da Vivo sai do ar, a cidade também sai do ar”, grifou o parlamentar, lembrando que, mesmo com todas as interrupções, quem não paga a conta tem o sinal cortado. “A gente paga para usar e não há serviço que preste nessa operadora”, criticou.
Por esses motivos, o vereador sustenta que o Poder Executivo precisa se empenhar mais na cobrança não apenas da Vivo, mas de todas as empresas que operam no município, pois na ocorrência desse tipo de problema, “quem paga o pato” é o cidadão. Ele destacou a necessidade de cobertura de bom nível e permanente, tomando como exemplo os moradores da zona rural, que precisam enviar mensagens ou vender suas mercadorias, prioridades diretamente prejudicadas pelos apagões.
Ainda sobre o sinal de telefonia em Carmópolis de Minas, João Vitor destacou que cidades vizinhas já dispõem de sinal 5G, entre elas Oliveira, Cláudio e Itaguara, enquanto Carmópolis continua com 4G, ou seja, as outras cidades estão evoluindo mais. Daí a necessidade do Executivo cobrar, com firmeza, as melhorias no sinal.
O vereador lembrou que, em 2025, ele já havia enviado dois ou três requerimentos ao Poder Executivo, fazendo o mesmo tipo de cobrança, além de ter feito contatos com deputado relatando o problema. Para João Vitor, o Poder Executivo Municipal precisa ser mais enfático nas cobranças. O parlamentar disse saber que a instabilidade não é apenas local, pois a região toda sofre com as interrupções, mas em Carmópolis elas têm sido mais acentuadas. Por isso a sua cobrança por ações do Poder Executivo.

